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CodingLibra lança o primeiro Cofre Digital Blockchain em Portugal

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CodingLibra lança o primeiro Cofre Digital Blockchain em Portugal

A fintech portuguesa CodingLibra lançou o CryptoFortis, o primeiro Cofre Digital Blockchain em Portugal, e aposta no mercado global das criptomoedas que poderá crescer entre 25% a 30% nos próximos cinco anos.

Em declarações à comunicação social, Jaime Ferreira, um dos dois cofundadores da empresa – o outro é Artur Goulão Ferreira -, disse estar confiante face ao potencial de crescimento do mercado de criptomoedas, mesmo com a pandemia de covid-19. Exemplo disso é a profusão de sites como o Bitcoin Loophole, que combina estratégias técnicas e fundamentais poderosas para negociar nos mercados de criptomoedas com grande precisão.

“É um mercado que vai facilitar os corredores de pagamentos e de remessas e há estimativas de casas de consultoria que nos apontam para crescimentos na ordem dos 25% a 30% anualmente nos próximos cinco a seis anos”, afirmou.

Além disso, a empresa espera recuperar já em 2023 o capital investido e crescer mais depressa que o setor global, na ordem dos 100% em 2022 e 2023, respetivamente, estabilizando o ritmo de crescimento anual nos 50%, em 2024, 2025 e 2026, pela mesma ordem.

Para os dois cofundadores da CodingLibra seria inconcebível que em Portugal não existisse uma empresa que estivesse na revolução da Blockchain, que “está prestes a acontecer, é disruptiva e vai ser muito rápida”.

“Estamos a prever que o facto de as Big Tech, nomeadamente o Facebook e o Google Play, estarem a olhar para este mercado vai facilitar muito a sua adoção”, realçou Jorge Ferreira, managing partner da CodingLibra.

CodingLibra deseja liderar com Cofre Digital Blockchain

Fundada este ano, a CodingLibra é uma fintech de Blockchain especializada no desenvolvimento de software, integração, custódia, liquidez e regulação para ativos digitais como criptomoedas, Stablecoins (criptomoedas cujo valor é mais estável do que a Bitcoin) e outros ativos financeiros digitais descentralizados (DeFi).

A empresa pretende colocar cofres digitais em Portugal, na Europa e nos países emergentes e “liderar a revolução da Blockchain”, refere em comunicado.

 

“Para além dos avanços tecnológicos, há muito necessários e indispensáveis, no setor bancário tradicional, mais visíveis com o aparecimento de diversas fintech e neobank, a adoção de criptomoedas corporativas, e também de consumo, irá ter um impacto significativo na vida de todos nós”, sublinha Jaime Ferreira no comunicado.

“Para os países emergentes o potencial é ainda maior, uma vez que esta será a opção mais viável à transação de capitais”, salientou o gestor e engenheiro.

Já a questão de segurança fica garantida pela utilização da tecnologia Blockchain, gerida pela equipa da CodingLibra, onde as informações registadas são criptografadas, exigem uma assinatura digital e ainda confirmadas pela validação de participantes distribuídos – os mineradores (conjunto de computadores com programa especial) -, que no seu conjunto garantem a integridade e proteção contra possíveis ameaças.

Para Artur Goulão, Chief Technology Officer (CTO) da empresa, “as Stablecoins atuais são crescentemente utilizadas como um meio de troca para entrada num dado mercado, investimentos, para armazenamento e para facilitar as transações entre o mundo digital e o físico. Não duvido que a maior adoção desta tecnologia irá acontecer num futuro próximo e nós queremos impulsionar esta nova vaga da Blockchain em várias empresas”, frisou.

O cofre digital é uma solução base para utilizar e para guardar criptomoedas, embora a empresa esteja muito focada, nomeadamente, nas Stablecoins. Além de Portugal, a empresa quer ativar serviços nos países emergentes onde as soluções existentes, e por vezes informais, são dispendiosas, inseguras e demoradas.

Trata-se de pagamentos e, especialmente de remessas internacionais de imigrantes para os seus países de origem, caso do Senegal, Gana, El Salvador, Honduras e México.

O que acontece é que estas remessas têm vários corredores, como os bancos tradicionais, casas de câmbio e outras formas de transferência, mas os dois cofundadores acreditam que o principal corredor vai ser de “smartphone para smartphone”, isto é, uma transferência imediata com muito baixo custo e que é “exatamente a resolução dos problemas atuais”.

No fundo, o que a CodingLibra quer é fazer com que este ecossistema funcione e só funcionará se tiver “um cofre nos clientes” para guardar as criptomoedas de forma segura, advertem.

 

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