Marketplaces crescem e são solução para ajudar as PMEs a crescer

Não é surpresa para ninguém que a pandemia levou a um necessário ajustamento dos consumidores e negócios a uma nova realidade. Em termos práticos, isto teve como consequência um crescimento extraordinário do número de compras online e a reconversão e nascimento de novas empresas no universo digital para que estas não só continuassem a vender quando as regras de contenção da pandemia fechou os seus estabelecimentos físicos, como também aproveitar a migração do consumidor para o canal de vendas online.

Entre os modelos de venda online que se colocam à disposição dos negócios, aquele que mais se tem destacado são os marketplaces, especialmente entre as pequenas e médias empresas (PMEs) que aproveitam os custos mais reduzidos que estas plataformas exigem. Qualquer utilizador pode aproveitar estes mercados, esteja no escritório, em casa ou de férias deitado numa cama de rede.

Feitas as contas, a consultora Ebit|Nielsen sublinha que esta modalidade de vendas representou cerca de 78% de todo o comércio eletrónico globalmente, algo que, como referimos, está ligado não só aos reduzidos custos que a presença nestas plataformas requer, como com a possibilidade das PMEs ficarem sob um nome (Marketplace do Facebook, Marketplace do Instagram, etc.) de “peso”, o que contribui para aumentar o sentimento de segurança junto de quem compra.

Isto mesmo é realçado pela ACEPI (Associação da Economia Digital) que, num dos seus últimos relatórios, aponta para uma crescente importância das redes sociais e marketplaces nas estratégias das PMEs portuguesas que se consubstancia no aumento significativo do volume de empresas com página nas redes sociaisSegundo a ACEPI, no final de 2020, a percentagem de negócios portugueses com presença nas redes socias ascendia a 76%, sendo que metade deles marcava, igualmente, presença em marketplaces.

Marketplaces: uma forma simples de gerar mais vendas

Ao contrário dos sites de e-commerce, plataformas criadas de raiz por cada empresa mediante as suas próprias necessidades, os marketplaces são aquilo que se pode chamar de grande bazar ou mercado online. Isto é, à semelhança do que acontece nas feiras ou mercados que todos conhecemos, os marketplaces oferecem um espaço que reúne uma rede de vendedores e prestadores de serviços numa só página da internet.

Como, neste modelo de venda, as empresas só têm que abrir conta no Marketplace, preencherem a sua página com os produtos/serviços que disponibilizam e ir gerindo as operações, isto acaba por resultar num investimento base menor.

 

A isso soma-se a visibilidade que a presença num Marketplace confere a uma empresa e que é tão mais importante no caso das PMEs, empresas com menores recursos financeiros para apostarem em fortes campanhas de Marketing Digital. Isto é particularmente visível nos marketplaces de redes socias como o Facebook ou Instagram, espaços que, em função dos milhões de visitantes que recebem diariamente, acabam por funcionar como extraordinários pontos de encontro entre vendedores e compradores. Como, na maioria dos casos, se tratam de negócios unipessoais com volumes de vendas relativamente modestas, os marketplaces das redes sociais acabam por dar um impulso decisivo nas vendas destas empresas.

Quando perguntados sobre o que pode ser feito para dinamizar o e-commerce em Portugal, alguns especialistas referem a importância da disponibilização de mais métodos de pagamento fáceis, rápidos e seguros. Neste ponto, os marketplaces oferecem a possibilidade dos mais variados negócios usufruírem de meios de pagamento online que, ao invés do que acontece com os sites de venda próprios, não necessitam de integração, o que acaba por, simultaneamente, simplificar e reduzir os custos das PMEs com este tipo de operações não colocando em causa o acesso dos consumidores aos seus métodos de pagamento preferidos (cartões de crédito, carteiras digitais ou por referência multibanco, por exemplo).

Esse é o caso da solução chave na mão REDUNIQ@Payments, um serviço idealizado para pequenas e médias empresas (restaurantes, lojas de roupa, cafés, etc.), que, sem necessidade de integração, permite que estes negócios aceitem pagamentos online por e-mail, SMS ou WhatsApp, por cartão Multibanco, Visa e Mastercard, por referência Multibanco ou MB WAY, mesmo que não tenham um site e vendam através dos marketplaces.

De forma simples e segura, o @Payments disponibiliza uma plataforma, otimizada para smartphones e tablets, onde o comerciante cria um link, que pode ser enviado por e-mail, SMS ou WhatsApp.

Quando receber o link, o cliente só tem de clicar e será reencaminhado para uma página segura REDUNIQ garantindo, deste modo, que o comerciante não tem acesso aos dados do cartão em nenhuma fase do pagamento.

Assim, ao facilitar o processo de checkout (finalização de compra) e não necessitar de integração, esta solução não só simplifica todo o processo de pagamentos à distância em termos de tempo e custos, como permite que as PMEs que vendem através de marketplaces captem mais clientes e, consequentemente, façam mais vendas.

 
Gonçalo Sousa
Gonçalo Sousa

Sou o fundador da Beat Digital, agência de marketing digital que executa Projectos 8 Ps, assim como do Blog Estratégia Digital, que foi criado em 2013 com o objectivo de estimular o estudo de marketing digital em língua portuguesa. Sou jornalista de formação, mas encontrei nesta área multi-disciplinar uma nova linguagem de comunicação que pratico diariamente com muito entusiasmo.

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