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Descubra 15 conceitos essenciais para fazer Marketing Digital

Descubra 15 conceitos essenciais para fazer Marketing Digital

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O marketing digital é uma área multidisciplinar que se desdobra em diferentes secções. A sua prática não é mais do que a aplicação de um conjunto de técnicas que surgiram de forma independente, mas que trabalham de forma complementar para atingir um único objectivo: Aumentar a notoriedade da marca e projetá-la para o mundo através da Internet.

Contudo, existem conceitos essenciais para fazer Marketing Digital que são muitas vezes desconhecidos pelos profissionais da actualidade. Por isso mesmo, hoje listei 15 conceitos fundamentais para praticar Marketing Digital com qualidade, rigor e profissionalismo.

Confira 15 conceitos para fazer Marketing Digital

GRAU DE ACTIVIDADE DO CONSUMIDOR

 

Definição criada por Conrado Adolpho para explicar como o consumidor hoje é muito mais activo através da Internet.

O Grau de Actividade do Consumidor reflecte sobre as acções no espaço virtual, onde cada cibernauta reclama, sugere, participa, fala com amigos por meio das redes sociais, elogia uma marca no Twitter, partilha conteúdo sobre o seu estilo de vida no Facebook ou no SlideShare e interage com cada marca, disseminando-a e participando na sua gestão em muitos outros meios interactivos.

TEORIA DO CAOS

 

A Teoria do Caos é um padrão de organização dentro de um fenómeno desorganizado, ou seja, dentro de uma aparente casualidade.

A formação de uma nuvem no céu, por exemplo, pode ser desencadeada e desenvolver-se com base em centenas de factores que podem ser o calor, o frio, a evaporação da água, os ventos, as condições do Sol, os eventos sobre a superfície e inúmeros outros. A velocidade das notícias no mundo digital e a Teoria do Caos revela um olhar pertinente sobre o consumo da informação nos tempos modernos.

ALDEIA GLOBAL

 

Conhecer a vida e obra de Marshall McLuhan, estudioso da comunicação muito influente e que cunhou as expressões “impacto sensorial”, “o meio é a mensagem” e “Aldeia Global” como metáforas para a sociedade contemporânea, é uma mais-valia para todos os que desejam aprofundar conhecimentos sobre o fenómeno da Comunicação.

LEI DE PARETO

 

A Lei de Pareto (também conhecida como Princípio 80-20), afirma que para muitos fenómenos 80% das consequências advêm de 20% das causas.

A lei foi sugerida por Joseph M. Juran, que deu o nome em honra ao economista italiano Vilfredo Pareto.

PARADOXO DA ESCOLHA

 

Teoria desenvolvida por Barry Schwartz sobre o caos informativo que recebemos diariamente enquanto consumidores e como o crescimento assustador do universo de escolhas tornou-se, paradoxalmente, um problema e não uma solução para todos. O Paradoxo da Escolha refere-se às opções com que nos deparamos em quase todas as esferas da vida – educação, carreira, amizade, sexo, relações amorosas, criação dos filhos, práticas religiosas e o consumo em geral.

O autor realça porém que também acredita que as inúmeras escolhas disponíveis melhoram a nossa qualidade de vida, pois permitem controlar o nosso destino consoante as necessidades.

LEI DE MILLER

 

Considerado um dos criadores da ciência cognitiva moderna, George A. Miller criou a Lei de Miller que demonstra como o nosso cérebro apenas se concentra em cinco a nove informações de cada vez.

Os seus estudos sobre a linguagem são essenciais para compreender como processamos as informações e tomamos as nossas decisões.

TEORIA QUÂNTICA

 

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A matemática caórdica, a Internet, as estatísticas e o quotidiano do ser humano são áreas profundamente ligadas com o trabalho de Albert Einstein e à sua Teoria Quântica (desenvolvida quando o génio da ciência estava descontente com a teoria quântica e mecânica existente, apesar da sua aceitação por outros físicos, afirmando por isso que “Deus não joga com dados”).

Em 1917, no auge do seu trabalho sobre a relatividade, Einstein publicou um artigo que foi o primeiro documento a mostrar que as estatísticas de transições atómicas tinham leis simples.

HIERARQUIA DE NECESSIDADES

 

A mudança do paradigma das necessidades do ser humano moderno são explicadas pela Hierarquia de Necessidades de Abraham Maslow, também conhecida como pirâmide de Maslow.

Consiste numa divisão hierárquica proposta pelo autor, em que as necessidades de nível mais baixo devem ser satisfeitas antes das necessidades de nível mais alto. Cada um tem de “escalar” uma hierarquia de necessidades para atingir a sua auto-realização.

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

 

Theodor Holm Nelson é um filósofo e sociólogo norte-americano considerado o pioneiro da Tecnologia da Informação.

Inventor dos termos ‘hipertexto’ e ‘hipermídia’ é no entanto bastante célebre pela  frase: “Um interface para um utilizador deve ser tão simples que um iniciado, numa emergência, deve entendê-lo em dez segundos”.

RACIOCÍNIO LATERAL

 

Físico, escritor, consultor e mestre em criatividade, Edward de Bono demonstra um profundo conhecimento interdisciplinar da ciência da Internet, apelando ao Raciocínio Lateral para desvendar as complicadas relações entre os seres humanos num mundo tão complexo ligado em rede constante.

A QUINTA DISCIPLINA

 

A teoria da Quinta Disciplina é explicada pelo autor Peter Senge, que defende que a inovação dentro de uma organização passa pela colaboração aberta e educação em grupo.

As cinco disciplinas mencionadas e recomendadas são o pensamento sistémico, domínio pessoal, modelos mentais, visão compartilhada e formação/estudo em equipa.

CROWDSOURCING

 

Crowdsourcing é a prática de obtenção de serviços necessários, ideias ou conteúdo solicitando contribuições de um grande grupo de pessoas e, especialmente, a partir de uma comunidade online, invés de recorrer a funcionários ou fornecedores tradicionais.

WHUFFIE

 

O termo Whuffie inspira-se na moeda baseada em reputação do romance de ficção científica ‘O Fundo do Poço no Reino Encantado’ de Cory Doctorow. Mas no contexto da vida hiperconectada actual, Whuffie é muito mais do que isso: equivale à moeda do mercado social.

Adoptado por Tara Hunt no livro ‘The Whuffie Factor’ (O Poder das Redes Sociais), o termo corresponde à influência do capital social de cada um dos utilizadores da Internet.

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