Home / Consultoria Empresarial /

Está na altura de perceber e aceitar a Comunicação Integrada

comunicação integrada

Está na altura de perceber e aceitar a Comunicação Integrada

O modelo de comunicação empresarial como o conhecemos hoje pode dizer-se ser relativamente recente. Durante grande parte do século XX, a comunicação das marcas procedia-se seguindo uma estrutura ditada por uma linha. Os meios de comunicação Above-the-Line (Acima da Linha) eram aqueles preferencialmente usados pelas marcas e empresas para comunicarem com a audiência: os chamados Mass Media. Estamos a falar da televisão, do rádio e da imprensa, veículos de comunicação para as massas e que levavam até milhares de pessoas conteúdos publicitários.

Por outro lado, os meios Below-the-Line reuniam todos os restantes meios da comunicação, desde as Relações Públicas à Assessoria de Imprensa, sem esquecer o Marketing Direto, entre outros. Estes meios Abaixo da Linha recebiam investimentos muito reduzidos e funcionavam apenas como um suporte à comunicação Above-the-Line. Não eram usados como meios preferenciais para estimular o comportamento do consumidor.

Mas hoje as coisas já não se processam da mesma forma.

Olhando para trás, percebemos que foram vários os motivos a conduzir a esta mudança de paradigma e ao esbatimento da linha que divida meios Above e Below. O facto de se terem registado avanços tecnológicos e a Internet se ter banalizado no mercado revolucionou a comunicação das empresas de uma forma drástica. As audiências passaram a estar fragmentadas, os meios de comunicação passaram a ser outros e, inevitavelmente, a publicidade como se conhecia perdeu o seu valor.

É assim que surge naturalmente a comunicação integrada.

Como funciona a Comunicação Integrada?

As marcas passaram a confrontar-se não com uma audiência composta por massas, mas sim por indivíduos. O consumidor passou a ser alguém muito adjetivado: mais informado, mais exigente, mais diferenciado, mais exposto e com mobilidade. Isto, claro, para não falarmos de que a escolha a que passou ter acesso se tornou mais ampla (ou assim se espera que tenha sido!).

comunicação integrada

Mas como se podia então a empresa adaptar, e à sua comunicação, para fazer face às novas exigências da audiência? A resposta passou por deixar de lado as diferenças delineadas para os meios de comunicação e integrá-los todos na mesma estratégia, usando-os como iguais, de forma a somar esforços para criar uma mensagem concisa e uniforme que reflita a promessa e valores da marca. Este é um processo que obriga cada empresa a coordenar e orientar-se internamente, de forma a orientar os seus canais de comunicação e de perceber como melhor será capaz de propagar uma única mensagem coerente.

Todas as especialidades da comunicação denominadas de ferramentas, Jornalismo, Relações Públicas, Marketing, Publicidade e Propaganda e demais, fazem parte de um composto de comunicação e suas funções são tidas como potenciais quando integradas a um único objetivo. Com isso, a sinergia da informação deve permitir que a comunicação seja eficiente e os objetivos e resultados sejam ampliados. Tratando-se este do foco principal, a concentração no negócio da empresa e a comunicação articulada e profissional, de forma a destacar a identidade da companhia.

Partilhar este artigo

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *