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Os 4 motivos que justificam a competitividade empresarial

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Os 4 motivos que justificam a competitividade empresarial

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Se leu o título deste post já sabe do que falo hoje: competitividade. Este é um conceito que costuma andar na ponta da nossa língua mas que nem sempre empregamos da melhor forma. Aliás, se lhe perguntar agora mesmo o que é competitividade o que responderá? Pense um bocadinho antes de continuar.

Para dar uma resposta mais “oficial” decidi ir até ao velho dicionário e procurar a palavra competitividade. A resposta que encontrei foi no mínimo interessante e precisa: competitividade é o “que tem características que permitem ter bons resultados face à concorrência”. Exatamente, queremos ser melhores do que o nosso concorrente da loja em frente, certo?

Ainda assim, quando o trabalho aperta e as necessidades de manterem padrões de qualidade aumentam, muitos empresários colocam a mão na cabeça e dizem: “Ah, se não tivéssemos de competir contra os nossos concorrentes estávamos mais descansados!”. E sim, é verdade. No entanto, a ausência de competitividade ia conduzir a uma série de problemas estruturais que a longo prazo podiam condenar a empresa ou conduzir à sua estagnação.

Sem mais delongas, apresento-vos neste post aqueles que considero serem os 4 motivos que justificam por que devem as empresas estimular um espírito competitivo.

4 motivos que justificam a competitividade empresarial

Pensamento inovador

A competitividade obriga a empresa, e todos os seus colaboradores, a puxarem pela cabeça para serem mais inovadores. A inovação, como sabemos, é uma condição fundamental para conseguir o aumento de um negócio.

Vamos supor agora que o seu projeto, numa determinada indústria, detém o monopólio. Não há nenhum concorrente a fazer-lhe frente. Neste caso, a empresa não precisa de satisfazer os consumidores melhor do que o seu concorrente: o público tem de ficar satisfeito com aquilo que tem para lhe vender, dispensando o pensamento inovador enquanto necessidade, conduzindo-o a um pensamento estagnado e pouco estimulado.

Em contrapartida, quando o mercado conta com mais de uma empresa concorrente, o espírito de competitividade vai ser demonstrado no seu pensamento inovador. As marcas vão-se tentar superar de todas as formas possíveis e imagináveis, seja através de anúncios publicitários ou até mesmo de novos produtos.

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Qualidade

As empresas poderão não considerar tão a fundo a qualidade de um serviço ou produto se não houver competição. Imaginemos que têm um produto que mais ninguém oferece no mercado. Um produto que as pessoas precisam de comprar e usar no dia-a-dia… mas que não as satisfaz, uma vez que a qualidade deixa muito a desejar. Esta insatisfação do consumidor, quando encontrada por empreendedores, pode ser canalizada para formular um novo negócio que ameace o monopólio da outra empresa.

A qualidade é a peça chave para obter a satisfação do consumidor e pode ser facilmente alcançado quando há espírito competitivo. Ao lutar pela atenção e fidelização de um cliente no mercado, a empresa vai dar o seu melhor para ser a melhor.

Melhor conhecimento acerca das preferências do consumidor

Quanto mais competitividade houver no mercado, mais informação terão as empresas sobre os consumidores e as suas preferências. Quando os seus concorrentes ganham mais lucro do que você, isso só pode significar uma coisa: há algo melhor no que estão a vender, seja nas técnicas usadas para atrair o consumidor ou nas características do serviço/produto.

Assim, cabe à sua empresa estudar as estratégias da concorrência, analisá-la de perto e perceber o que lhe traz sucesso. Daí, poderá saber rapidamente “o que funciona” com os consumidores e usar essa informação a seu favor. Basicamente, a partir do que os outros fazem de bem, você pode aprender a fazer ainda melhor.

Mais motivação

E, por fim, chegamos ao último ponto que se encontra relacionado com motivação. Para sobressairmos no mercado, precisamos de estar altamente motivados a levar a nossa empresa ao topo. O proprietário de uma empresa, por exemplo, começa a ser mais proativo e a estar alerta a tudo o que se passa à sua volta, orientando depois as suas ideias para criar estratégias melhores que as da concorrência.

É quase como uma maratona. A empresa passa a ter metas muito concretas, passa a conhecer os seus pontos fortes e fracos e, de forma coesa, motiva-se para competir. Pelo caminho, tenha atenção a obstáculos para não tropeçar, espreite os concorrentes que se aproximam e distanciam e, de olhos no troféu, continue a dar o seu melhor para ficar em primeiro lugar.

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