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Uma reflexão sobre a inovação e a competição entre empresas

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Uma reflexão sobre a inovação e a competição entre empresas

Infelizmente, muitas empresas continuam a não reconhecer a necessidade de inovar e o impacto que isto pode provocar no aumento da competitividade empresarial. Basta olharmos para o que se passa na blogosfera e nas redes sociais para vermos que muitas marcas situadas no mesmo nicho se imitam umas às outras, seja no conteúdo usado (copiando à “descarada” conteúdos de concorrentes) ou até mesmo no design ou modelo de negócio.

No entanto, o que fazem estas práticas pelo crescimento da sua empresa e para a evolução do mercado? A nossa resposta é curta e pode não agradar a todos: não fazem nada. Sem inovação tudo o que temos é estagnação. E num meio onde não há competitividade, onde as empresas se limitam a comunicar da mesma forma durante anos e a copiarem-se entre si, os riscos tornam-se mais elevados a longo prazo: a insatisfação do consumidor e a vulnerabilidade do mercado enquanto um todo.

Já sei o que vai dizer a seguir: “Mas como posso inovar se já foi tudo feito?”. Esta é uma questão delicada, tendo em conta que vivemos numa época em que inventamos o que já foi inventado. No entanto, inovar implica criar de raiz, procurando acrescentar algo de relevante numa demanda em encontrar o diferencial que nos vai colocar à frente no mercado. Se estamos a copiar o trabalho de outros, estamos simplesmente a replicar o que já foi feito e, uma vez mais, a estagnar.

É necessário que as empresas inovem constantemente e compitam entre si para tornar o mercado dinâmico. Neste post fazemos uma breve reflexão acerca do papel da inovação na sua empresa e em todo o mercado, estimulando o espírito de competitividade empresarial a que estão associados uma série de outros fatores positivos.

Como se relaciona competição com inovação?

É fácil selecionar um texto que encontramos na Internet, carregar no botão direito do rato, escolher a opção “Copiar” e logo depois “Colar” tudo no nosso blog ou site. No entanto, o facilitismo nem sempre é a melhor estratégia a seguir. Onde está a inovação em todo este processo? O que estamos a oferecer de novo à nossa audiência?

Como dissemos acima, não estamos a oferecer nada de novo. Aqui surge então a relação sempre presente da inovação com a competitividade. As duas parecem estar ligadas por um estranho mecanismo, mexendo-se uma à outra durante todo o processo. Sempre que uma marca começa a inovar e agitar o mercado, também as outras começam a fazer o mesmo. A não ser, claro, que pouco se importem com os seus resultados, lucros e crescimento.

Não gosta de ter trabalho ou de puxar pela cabeça para inovar enquanto todos os outros o fazem? Sinta-se na liberdade para continuar a fazer nada, mas não se queixe quando os seus números começarem a descer exponencialmente.

Quando não oferecemos nada de novo, estamos a correr o risco de ficar para trás numa corrida que dificilmente venceremos. A era digital caracteriza-se pela quantidade de conteúdos novos que constantemente chegam aos cibernautas: blogs, programas de televisão na web, podcasts, serviços, produtos, revistas digitais… e muito mais! Tudo está a disputar a atenção do cibernauta, mas apenas algumas ideias serão capazes de atingir o alvo. Que ideias? As mais criativas.

Mas além de atingir metas empresariais e fazer lucro, inovar também está relacionado com algo a que chamamos de criar a persona certa enquanto empreendedor. Ao inovar, vai conseguir agitar os círculos certos e mover-se dentro deles, fazendo o que não tinha sido feito antes, apresentando relevância onde antes não tinha sido encontrada e dando passos que outros não tiveram coragem de dar (mas que darão depois de você ter dado).

Tudo isto vai chamar atenção para si e atribuir-lhe uma reputação que, se tudo correr bem, será positiva e rentável. Este é o grande benefício que a inovação traz a um negócio, proporcionando resultados que rapidamente superam qualquer benefício de que tenha tirado partido ao copiar a ideia de outro negócio.

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